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terça-feira, 20 de setembro de 2011

.parabéns, gauchada!.

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Quem quiser saber quem sou
Olha para o céu azul
E grita junto comigo
Viva o Rio Grande do Sul!
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5 comentários:

  1. Parabéns gauchada espalhada por esse mundo afora!

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  2. Querência Amada
    Osvaldir e Carlos Magrão

    Quem quiser saber quem sou
    Olha para o céu azul
    E grita junto comigo
    Viva o Rio Grande do Sul
    O lenço me identifica
    Qual a minha procedência
    Da província de São Pedro
    Padroeiro da querência

    Ó meu Rio Grande de encantos mil
    Disposto a tudo pelo Brasil
    Querência amada dos parreirais
    Da uva vem o vinho
    Do povo vem o carinho
    Bondade nunca é demais

    Berço de Flores da Cunha
    E de Borges de Medeiros
    Terra de Getúlio Vargas
    Presidente brasileiro
    Eu sou da mesma vertente
    Que Deus saúde me mande
    Que eu possa ver muitos anos
    O céu azul do Rio Grande

    Te quero tanto torrão gaúcho
    Morrer por ti me dou no luxo
    Querência amada, planície e serra
    Dos braços que me puxa
    Da linda mulher gaúcha
    Beleza da minha terra

    Meu coração é pequeno
    Porque Deus me fez assim
    O Rio Grande é bem maior
    Mas cabe dentro de mim
    Sou da geração mais nova
    Poeta bem macho e guapo
    Nas minhas veias escorre
    O sangue herói de Farrapos

    Deus é gaúcho de espora e mango
    Foi maragato ou foi ximango
    Querência amada, meu céu de anil
    Este Rio Grande gigante
    Mais uma estrela brilhante
    Na bandeira do Brasil

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  3. Para quem acha q gaúcho é grosso eu respondo:

    " Grosso não, tradicionalista".

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  4. Adorei!

    Arnaldo Jabor sobre o RS

    Pois é. O Brasil tem milhões de brasileiros que gastam sua energia distribuindo ressentimentos passivos. Olham o escândalo na televisão e exclamam ‘que horror’. Sabem do roubo do político e falam ‘que vergonha’.
    Vêem a fila de aposentados ao sol e comentam ‘que absurdo’.
    Assistem a uma quase pornografia no programa dominical de televisão e dizem ‘que baixaria’.
    Assustam-se com os ataques dos criminosos e choram ‘que medo’.
    E pronto! Pois acho que precisamos de uma transição ‘neste país’.
    Do ressentimento passivo à participação ativa.
    Pois recentemente estive em Porto Alegre,onde pude apreciar atitudes com as quais não estou acostumado, paulista/paulistano que sou.
    Um regionalismo que simplesmente não existe na São Paulo que, sendo de todos, não é de ninguém. No Rio Grande do Sul, palestrando num evento do Sindirádio, uma surpresa.
    Abriram com o Hino Nacional.
    Todos em pé, cantando.
    Em seguida, o apresentador anunciou o Hino do Estado do Rio Grande do Sul.
    Fiquei curioso. Como seria o hino?
    Começa a tocar e, para minha surpresa,todo mundo cantando a letra!
    ‘Como a aurora precursora do farol da divindade, foi o vinte de setembro o precursor da liberdade’.
    Em seguida um casal, sentado do meu lado, prepara um chimarrão.
    Com garrafa de água quente e tudo.
    E oferece aos que estão em volta.
    Durante o evento, a cuia passa de mão em mão, até para mim eles oferecem.
    E eu fico pasmo.
    Todos colocando a boca na bomba, mesmo pessoas que não se conhecem.
    Aquilo cria um espírito decomunidade ao qual eu, paulista,não estou acostumado.
    Desde que saí de Bauru,nos anos setenta, não sei mais o que é ‘comunidade’.
    Fiquei imaginando quem é que sabe cantar o hino de São Paulo.
    Aliás, você sabia que São Paulo tem hino? Pois é… Foi então que me deu um estalo.
    Sabe como é que os ‘ressentimentos passivos’ se transformarão em participação ativa?
    De onde virá o grito de ‘basta’ contra os escândalos, a corrupção e o deboche que tomaram conta do Brasil?
    De São Paulo é que não será.
    Esse grito exige consciência coletiva,algo que há muito não existe em São Paulo. Os paulistas perderam a capacidade de mobilização.
    Não têm mais interesse por sair às ruas contra a corrupção.
    São Paulo é um grande campo de refugiados,sem personalidade, sem cultura própria, sem ‘liga’.
    Cada um por si e o todo que se dane. E isso é até compreensível numa cidade com 12 milhões de habitantes.
    Penso que o grito – se vier – só poderá partir das comunidades que ainda têm essa ‘liga’.
    A mesma que eu vi em Porto Alegre.
    Algo me diz que mais uma vez os gaúchos é que levantarão a bandeira.
    Que buscarão em suas raízes a indignação que não se encontra mais em São Paulo.
    Que venham, pois. Com orgulho me juntarei a eles.
    De minha parte, eu acrescentaria, ainda: ‘…Sirvam nossas façanhas, de modelo a toda terra…’

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