Mesas

Mesa 1
Carla
Mesa 3
Marcus
Mesa 8
Cris
Mesa 10
Victor Hugo
Mesa 11
Amanda
Mesa 12
Juliana
Mesa 14
Karina

quarta-feira, 11 de dezembro de 2013

.a cesar o que é de cesar - petiço mapa mundi.

Transcrevo aqui o agradecimento do compositor da música vencedora da Calhandra de Ouro da 37ª Califórnia da Canção Nativa do Rio Grande do Sul (Califa): CESAR SANTOS.

(...)

Até parece um sonho, um sonho bem acordado! Deve ser como ir ao espaço, flutuar entre as estrelas! Uma sensação intensa de realização, de dever cumprido, e a certeza do compromisso assumido, de seguir adiante!

Quero dizer a todos, que nosso êxito pessoal e artístico, é apenas uma parte da grande vitória de Uruguaiana, de todos compositores, músicos, técnicos, comissão organizadora, imprensa, Prefeitura Municipal, Apoiadores e principalmente o público, que fez gloriosamente a sua parte!

Quero agradecer imensamente, a todos que de alguma forma contribuíram com esta grande conquista, especialmente à minha família, à minha Mãe Olga, de quem herdei a percepção musical, ao meu Pai Hugo, que foi incansável em me dar apoio incondicional e suporte moral pra chegar até aqui, aos meus irmãos Laura, Marcus, Jaqueline, Eduardo e Liliane, à minha esposa Andreia Marisa, meu amor e minha filha Luiza, minha vida!

Aos meus parceiros de composição, Rafael Ovídio, Pedro Ribas e Fernando Saldanha (Petiço Mapa Mundi), Tikeno Queirós, Pank Bermudez E Rafael Constant (Sou além do que sou eu mesmo), aos amigos e companheiros de palco, Guilherme Goulart, Léo Vidal, Áureo Goulart, Eddie Castellano e Ed Moura ( só os de Uruguaiana, com muito orgulho!).

Agradeço especialmente ao amigo exemplar, Marcos Olavo Menezes e sua família, pelo apoio incrível, ao Alemão Goulart, que foi incansável na busca pelo melhor para a Califórnia, ao ilustre corpo de jurados que entendeu e apoiou nosso trabalho, ao Colmar Duarte, criador da Califórnia da Canção Nativa do Rio Grande Do Sul e finalmente aos verdadeiros amigos, que graças a Deus são muitos, então não poderei citar todos. Mas ainda melhor que ganhar a Calhandra, é o reconhecimento e o carinho das pessoas, isso é indescritível!!!!

Perdoem a demora em postar algo, vou tentar responder as mensagem no decorrer dos dias.Muito Obrigado, do fundo do coração, um baita abraço pra todos!!! AAIIBEEIIIBEEE!!!!

 


- Calhandra de Ouro – Petiço Mapa-Múndi, com letra de Rafael Ovídio, Pedro Ribas e Fernando Saldanha e música e interpretação de Cesar Santos

- Melhor canção da linha de manifestação livre – Petiço Mapa-Múndi

- Melhor melodia – Petiço Mapa-Múndi

- Melhor instrumentista – Guilherme Goulart (acordeom, defendeu Petiço Mapa-Múndi e Pé-de-moleque)

- Melhor arranjo – Petiço Mapa-Múndi, de Cesar Santos e Guilherme Goulart

(...)

Ouvi de quem esteve lá:

"não é só a música ser boa, diferente, do futuro... eles mataram à pau no palco..."


(...)

Melhor canção da linha de manifestação campeira – Don Alejo e seus Mijados, de Rafael Ovídio, interpretada por Pirisca Grecco

Melhor canção da linha de manifestação rio-grandense – Estrelas Castanhas, com letra de Silvio Genro e música e interpretação de Pirisca Grecco

Melhor canção inédita – Estrelas Castanhas

Música mais popular – Don Alejo e seus Mijados

Melhor letra – Silvio Genro, por Estrelas Castanhas

Melhor intérprete – Pirisca Grecco, por Don Alejo e seus Mijados e Estrelas Castanhas

Melhor conjunto vocal – Mi Menor de Coração, com letra de Jayme Vaz Brasil, música de Pedro Guerra e Adriano Sperandir e interpretação de Cassiano Mendes e Evandro Moah

Melhor conjunto instrumental – grupo que defendeu Pé de Moleque, formado por Miguel Tejera (baixo e vocal), Bruno Coelho (percussão), Dani Vargas (bateria), Felipe Barreto (violão e vocal) e Guilherme Goulart (acordeom)

segunda-feira, 2 de dezembro de 2013

.eu maior.


Eu maior. Um filme sobre autoconhecimento e busca da felicidade

segunda-feira, 25 de novembro de 2013

.felicidade.

Umas farão de uma forma; outras, de forma inteiramente diferente. Não há uma regra que sirva para todas. Não há uma forma única de amar ou de ser feliz. Cada um de nós precisa de um tipo de resposta emocional e de parceria. Ela será encontrada em pessoas e situações diferentes. É simples.

É claro que existem comportamentos gerais, mas quem se interessa por eles? Não vivemos no interior de uma estatística. Cada um de nós habita a própria vida, convive com os próprios desejos, um dia de cada vez. A gente faz o que pode, nas circunstâncias que nos são oferecidas, com mais ou menos coragem e discernimento. Deixem aos sociólogos, em 100 anos, o trabalho de quantificar nosso comportamento. Até lá estaremos mortos, mas talvez tenhamos sido felizes.

|| Ivan Martins, na Época, repetindo que felicidade é um conceito variável. Cada um habita a própria vida, convive com os próprios desejos. ||

quarta-feira, 13 de novembro de 2013

.é melhor queimar do que se apagar aos poucos.

Mais uma vez, mais um ano de vida... 38 verões...
A vida da gente acaba se resumindo em números. Não bastasse ter que se lembrar de CPF, RG, PIS, SENHAS agora tenho que estar me lembrando de que já se foram 38 anos de vida. Espero no mínimo por mais 58.
PQP, aí começa em crise fazendo contas... quantos anos ainda restam tendo por base os 58 a mais desejado?
Se os meus primeiros 38 anos passaram num piscar de olhos, os próximos 38 anos levariam o mesmo tempo? Sim eu sei, é lógico que levará o mesmo tempo, mas serão vividos em apenas mais um piscar?
O jeito é colocar palito de dentes nos olhos para que não pisquem mais. Estou salvo. Não morro mais.
Se a vida fosse medida por piscadas de olhos quantos anos eu teria? Quanto tempo me restaria? Putz, outro baita motivo para começar uma crise existencial.
 
(...)
 
O que mais me agrada em “fazer anos” é que a data do meu nascimento é véspera de feriado... 14/11. Sempre tenho o dia seguinte para pensar nas bobagens que disse no dia anterior.
 
(...)
 
Bueno, mudando completamente de assunto, não comentei diretamente a despedida do meu compadre Julio Neto na mesa 9... quero agradecer pelo empenho, desempenho e confiança. O Julio é um cara que faz o que gosta, por isso faz bem feito.
 
Eu como um dos, se não o maior desentendido futebolístico, me baseava nos textos dominicais para ter um bom desempenho na discussão da segunda com os boleiros de plantão.
 
Fechou o clico. Toda história precisa terminar para começar uma outra.
 
Muchas gracias compañero!
 
(...)
 
Há braços


domingo, 10 de novembro de 2013

.hasta la vista.


Hoje é meu último post aqui no blog, contei 51 postagens em um ano, acho que foi um bom trabalho e fiz o que foi combinado. Sou assim, não gosto de não cumprir o que eu digo e por isso deixo esse compromisso dominical por medo de não conseguir cumprir meu compromisso.

>>>
Foi bacana depois olhem todas as postagens da mesa 9, tem coisas legais e outras nem tanto. Tem do futebol e da vida e como tudo está interligado.
>>>

Obrigado ao VEZENQUANDOPUB que deixou eu colocar minhas idéias e ao meu Compadre Feio da mesa 3 que me convidou.
Tomara que as outras mesas postem para e mantenham ativo o blog.
>>>
DA DUPLA GRENAL, tudo igual... os dois morrem abraçados e a diversão é qual tem a morte mais sofrida.
Ano que vem muitas coisas devem mudar para que o Rio Grande do Sul chegue ao patamar futebolístico de Minas Gerais.
Por isso posto de novo meu MANIFESTO ANTI-GRENALIZAÇÃO escrito em 18 de novembro de 2012... VALEUUU ABRAÇOS!!
>>>

.manifesto anti-grenalização.
“A lógica gaúcha: eu perdi mas ele não ganhou, então está tudo bem! Este pensamento infelizmente atrasa nosso estado”  Li isso no FB do meu amigo Thyago Borges, e caiu como uma luva pra esse momento, desde quinta a gente vê isso, o Grêmio saiu da Sula e os colorados saíram do túmulo, tudo bem faz parte da corneta, mas esquecer tudo que deu errado com a folha mais cara do futebol nacional, mas o Grêmio perdeu? Ufaaa, podemos seguir errando, mais vale a derrota do adversário do que a nossa vitória, por que isso? E isso sim atrasa nosso estado, quando não temos com quem brigar, brigamos conosco mesmo, observamos os chimangos e maragatos, nativismo e tradicionalismo, gre-nal, e tudo aqui no RS é assim, não temos que ser melhor que nosso opositor, ele tem que ser pior do que nós, assim nos nivelamos por baixo e não vamos pra lugar nenhum.
E essa situação futebolística se espalha pra todos os setores da sociedade, profissional e pessoal,  no trabalho a competição é puxar o tapete ao invés de ser mais competente. No âmbito pessoal é indicar os defeitos das pessoas, ao invés de tentar melhorar nossas coisas. As pessoas lutam pra manter a situação e não para melhorar, esse efeito nefasto da grenalização é o que nos atrasa, quem sai ou convive  com não-gaúchos nota que o mundo esta andando e nós estamos estagnados, economicamente, socialmente e intelectualmente.
Então sejamos melhores que os outros, que o Fluminense, São Paulo, Boca Juniors, Real Madri... e não simplesmente se alimentar com a tragédia do co-ermão, há um mundo muito maior depois do Mampituba.

domingo, 3 de novembro de 2013

.dr destino.


Depois de muito pensar, termino minha trilogia de pensamentos sobrenaturais.
Primeiro foi superstição, segundo foi a magia e agora o destino.
...
Estou tendo dificuldade para acreditar no destino. 
Difícil crer que as coisas estão pré-determinadas para acontecer nas nossas vidas.
Difícil acreditar que as coisas acontecem a margem do nosso querer e que existe uma entidade que decidiu o que seremos e o que teremos....
Acredito mais no efeito borboleta (clica aqui)
Acho que tudo que acontece e o que não acontece é culpa ou mérito exclusivamente nosso. O caminho que trilhamos é nossa escolha, as pessoas que nos relacionamos são escolhidas por nós.
O destino é uma instituição criada para tirar a culpa das nossas costas e para aceitar a frieza das estatísticas. Afinal crer que existe um poder que determina as coisas é bem mais confortável pra encarar o mundo.
Pra mim a vida é feita apenas de decisões, consequências e estatísticas.
...
Tudo para dizer que o Grêmio pode não passar na Copa do Brasil e isso tem um culpado, não é o destino. Nada de dizer “não era pra ser..” ou “deus queria assim..”.

>>> 
A DUPLA:
GRE: tem muito pra fazer pro ano que vem, joga o ano na quarta-feira depende dos nossos jogadores e do nosso técnico.
NAL: um melancólico fim de ano e uma interrogação para o início de 2014, deve fazer uma faxina no grupo de jogadores, será que faz?

>>>
"Dr Destino é phoda sem camisinha...".Da Guedes




domingo, 27 de outubro de 2013

.de volta para o futuro.

Como assim? Voltar para uma coisa que não chegou...
De volta a pensar no futuro. O Vicente vai fazer 4 anos em dezembro e eu e a Milena já estamos pensando lá na frente. Colocar ele na pré-escola de um colégio é fazer isso. Ele vai acostumando com a rotina escolar, responsabilidades e tudo que vai acompanhar ele até a fase adulta. Vai dar certo? Não sabemos, mas vamos tentar deixa ele apto para trilhar o caminho dele.
>>>

Isso pra fazer falar do futebol. Os títulos vêm com trabalho e planejamento.
O Grêmio deve estar preparando para ganhar um grande título em 2014, tem que acrescentar qualidade ao time. Precisa de dois meias, um lateral direito e mais um zagueiro. O ataque não dá para desprezar Kleber e Barcos, mas falta um atacante também.
O Inter tem um problema sério, apenas 2 jogadores terminam o contrato no fim do ano. Uma limpa é necessária no co-irmão, mas creio que não vai ter limpa nenhuma. Nada foi feito na virada do ano passado e não sei se será feito agora. O Inter está refém de um grupo envelhecido e desgastado.
Devemos estar sempre voltando para o futuro, para projetar e apostar.
>>>

A DUPLA:
GRE: jogou hoje com a cabeça na quarta, tomou uma sacola. Tá bem prioridade é ganhar um título.
NAL: esperando chegar 2014, revendo os ciclos, refazendo o grupo de jogadores... será?

>>>
A trilha do filme... bem boa:

quarta-feira, 23 de outubro de 2013

.sem filtro.

 
Quando eu era pequeno só existiam duas raças de cães (que eu me lembre), Pequinês e Dobermann. O Pequinês tinha um latido agudo, chato e irritante, já o Dobermann era um latido potente, grave e feroz. 
 
Logo depois de começar a estudar no Colégio Metodista União - Uruguaiana, em 1987, comecei a voltar para casa a pé, pois já estava com 12 anos de idade (era outro tempo, menos violência... hoje não arrisco deixar meu filho com a mesma idade voltar da escola sozinho), descobri, assim, que era possível fazer vários trajetos. A cada dia um caminho diferente. Até que se esgotou o leque e possibilidades. Eram ao todo 23 maneiras de chegar em casa percorrendo a mesma distancia e utilizando o mesmo espaço de tempo. Mas apenas duas ruas finalizavam os 23 caminhos, Av. Presidente Vargas e Rua Feliciano Ribeiro.
  
No último quarteirão da Av. Presidente Vargas, à direita, havia uma casa com muro e portão altos que impossibilitavam enxergar o lado de dentro. Atrás desta “muralha” soava um latido grave e feroz. Um latido daqueles que arrepia até a alma. Para evitar uma tragédia, dessas que acontecem quando se está desprevenido e alguma coisa muito assustadora te impulsiona para um estado fisiológico completamente constrangedor, eu atravessava a rua.

Num belo dia, ao chegar perto da casa do enorme cão, percebi, olhando de relancina, antes de atravessar a rua, que o portão estava aberto. Ora, se o portão estava aberto o enorme cão deveria estar preso, ou no pátio dos fundos. Voltei na direção da casa... por curiosidade. Já imaginando o terrível e enorme cão preso pela coleira destroçando uma paleta de ovelha. Bravamente passei pela frente olhando para dentro. Uma bela casa, mas nada do cusco.

Assim que saí do limite da abertura do portão escutei o latido feroz e o barulho das unhas do animal correndo em minha direção pela calçada de cimento, por onde deveria, certamente, entrar carros. Sem pensar duas vezes e nem olhar para trás, corri. Corri como nunca em toda a minha vida e como nunca mais irei correr. Só que o cusco era mais rápido do que eu.

O cachorro, assim como eu em relação a ele, estava com gana de conhecer quem passava dia sim e dia não pela frente do portão.

Corremos os dois, um quarteirão inteiro. Eu até podia sentir o calor do bafo das fuças próximo as minhas pernas. Até que por um descuido, deixei a cair a mochila. Neste momento olhei para trás para marcar e identificar o local para um possível retorno em busca do meu material, caso conseguisse escapar vivo. Foi aí que, pela primeira vez, depois de mais de dois anos eu conheci o feroz e tenebroso cachorro.

Quase não acreditei no que vi. Era um pequinês! PQP!
Cachorro desgraçado!

Parei de correr, ele percebeu que eu havia perdido o medo, parou também. Ficamos parados por cinco segundos, nos olhando, um de frente pro outro, até pensei em ir pra cima do nanico, mas o medo que ele me submeteu durante dois anos foi tanto, que ainda o respeitava, não havia mais medo, apenas respeito. Até que ele deu uma esbaforida, “deu de ombros” e foi embora a “trote”, vitorioso.

 
(...)
 
Tudo isso para dizer que:

1ª) Não tenha medo do desconhecido.
2ª) A estrada é comprida e andar vale a pena.
3ª) Nada é tão assustador que não possa ser enfrentado.
4ª) A vida não se resume em 23 caminhos... A cada mudança de percurso, novos caminhos surgirão.

(...)
 
Siga em frente com a alma forte e o coração sereno.
 
(...)
Há braços!
 
 
 


domingo, 20 de outubro de 2013

.significado de respaldo.


RESPALDO:
s.m. Ação ou efeito de respaldar. / O encosto das cadeiras, espaldar. / Encosto de qualquer assento. / Banqueta detrás do altar. / Bras. Fam. Apoio.


Vendo o GREnal, vejo dois técnicos que têm o respaldo das suas direções. Ambos assumiram o cargo depois de maus resultados dos técnicos anteriores (Luxa e Dunga) que perderam esse apoio devido aos resultados ruins.

O que tem de importante em sermos respaldados no que fazemos?

Com apoio podemos arriscar e colocar todo potencial e fazermos o melhor no nosso trabalho, casamento e em qualquer que seja o setor da vida.

Toda relação humana para dar certo tem que ter respaldo. Seja do chefe ou do chefiado. Respaldo é cumplicidade e confiança entre as pessoas.
Precisamos de respaldo para mudarmos de vida, mudarmos o esquema tático, trocar aquele jogador ou trocar de trabalho, enfim somos seres sociáveis e precisamos do apoio de quem nos rodeia.

Quando os trabalhos precisam de criatividade o respaldo é fundamental, afinal criar não é reproduzir.
>>>

O GREnal:
Bom jogo, 2x2 justo.
Creio que foi um jogo parelho, ninguém foi melhor do que ninguém. Os dois times tiveram chances pra ganhar.
Agora é focar na Copa do Brasil quarta-feira.

>>>
Não gosto do horário, mas o verão tá chegando... finalmente!!!



sexta-feira, 18 de outubro de 2013

.o que você vai ser quando crescer?


Muitas vezes esqueci de me fazer esta pergunta. 
Devia ter feito uma tatuagem pra lembrar disso diariamente. 

Levar a vida no estilo Zeca Pagodinho (deixa a vida me levar, vida leva eu...) não dá. Uma hora você dá uma parada e percebe que não gostou do destino final. 

Mas até que ponto este destino é final? Até que ponto é inviável mudar o rumo? Trilhar um novo caminho mirando em um objetivo diferente?

Seguidamente publico por aqui textos sobre mudanças... e analisando um pouco, dá pra ver que eu não desejo motivar a mudança nos leitores do VZQ. Na real eu desejo motivar a mudança em mim... na minha vida.

Não que o destino 'final' seja de ruim... mas poderia ser melhor, né?

E pra complementar o raciocínio, segue um ótimo vídeo sobre o assunto:



Um abraço e uma ótima sexta-feira!

terça-feira, 15 de outubro de 2013

.duas saudades.



duas saudades se encontram no meio da estrada
e se perguntam, quais serão os seus caminhos...

segunda-feira, 14 de outubro de 2013

.amizades modernas.


Prestes a completar 100 mil acessos no vezenquando pub, eu escolhi (re)postar hoje um dos textos do blog que mais me 'tocam': amizades modernas, do nosso amigo vezenquandista Pablo.

Esse post resume bem o que nos une neste espaço virtual e a importância da nossa amizade!

Curte aí! :)

Com o avanço tecnológico as coisas vão mudando, as pessoas vão mudando e tudo  muda muito rapidamente. Nossos conceitos também!

Eu sou do tempo que não existia e-mail. Que internet era coisa de outro mundo (ou outros países). E quando inventaram o ICQ, todo mundo ficou maravilhado.... lembro que fiquei tri feliz quando aprendi a criar e usar uma conta de e-mail. E ficava mais feliz ainda quando recebia uma mensagem de alguém.

Agora tudo avançou muito rapidamente. Hoje temos celulares com câmeras de alta resolução e que acessam a internet e podem compartilhar tudo que registramos.. tudo isso enquanto você pega um ônibus ou está trancado em um engarrafamento.

Mas nesse mundo moderno em que vivemos existem muitas contradições.
Ideias como: redes de amizades, compartilhamento de informações, redes sociais, globalização, encurtamento de distâncias... convivem tranquilamente com o egocentrismo das pessoas, a crescente violência, hipocrisia das autoridades, desigualdades sociais e coisas do gênero. As pessoas estão cada vez mais egoístas, ignorantes (em todos os sentidos)... se matam por brigas no trânsito, só pensam em tirar vantagens sobre os outros... enfim, um caos.
Sobre todas as coisas que mudaram nos últimos tempos, esses dias parei para pensar especialmente sobre uma delas: as amizades.

Não sei se isso ocorre somente comigo, mas hoje tenho dificuldade de fazer amizades sólidas. Não me refiro aos “conhecidos”, porque isso ainda é fácil, mas me refiro às amizades como antigamente... aquelas pessoas que a gente pode contar em todos os momentos, bons e ruins. Achei que a internet fosse facilitar.. mas hoje penso que não facilitou nem dificultou.. apenas modificou... as relações mudaram.

Tenho amigos do passado que mantenho uma proximidade até hoje. Pessoas que conheço desde os tempos de Lobinho (do grupo escoteiro), e que ainda falo semanalmente. Tenho amigos que moram no exterior e que, se não fossem os meios virtuais, eu não teria como manter contato frequente.
Entretanto, no dia-a-dia, nas empresas, nos círculos sociais, parece que as amizades são muito superficiais.. parece que fica difícil adquirir confiança...

Mas daí surgem algumas pessoas que, através de um simples blog, criam vínculos absurdamente sólidos. Pessoas que você nem conhece pessoalmente, mas que são capazes te entender plenamente. Pessoas que estão distantes, mas enxergam nossas lágrimas e percebem o momento de nos consolar. Pessoas que nos fazem sorrir mesmo em momentos difíceis e que nos deixam preocupados no caso de eventuais desaparecimentos. São pessoas que talvez nunca tenham a dimensão dos efeitos que causam em nossas vidas, mas que são realmente importantes.
Como "somos responsáveis pelo que cativamos", não devemos tratar com descrédito essas amizades virtuais... elas são tanto ou mais importantes do que as outras.

domingo, 13 de outubro de 2013

.sempre com a corda esticada.

Vivendo sem margem para erros. Para viver dessa forma temos que ser infalíveis, assim tentamos sempre ter as coisas sob controle. Lutamos para manter o status quo das situações e não arriscamos nenhum milímetro. Simplesmente queremos apenas ter as coisas do jeito que elas estão.

>>>
Para que trocar de emprego se esse paga minhas contas?
Para que arranjar um namorado(a) se minha vida é boa do jeito que está?
Para que largar o companheiro(a) se as coisas no fundinho dão um pouco certo?

>>>
Falta de ambição.
O medo das novidades, do desconhecido, dos erros acaba trancando qualquer mudança e assim não conseguimos saber se a vida poderia ser melhor do que é.
Em contra partida a ambição permeia nossos pensamentos e a vida se torna uma luta entre:
Querer mais do se tem e não perder o que se conquistou.

Só que as vezes temos que “jogar nossa vaca no precipício” (já foi falado na mesa 3, 21 de março de 2012).
É complicado, mas o ideal é não esquentar a cabeça e trabalhar para as coisas andarem.

Tudo isso para dizer que o medo que o Grêmio tem de perder tira a vontade de ganhar.

>>>
A DUPLA:
GRE: provou ser um time limitado, que quando teve a chance de se aproximar do Cruzeiro não desempenhou. Foco na Copa do Brasil e no ano que vem o Renato vai ter o time que ele desejar!
NAL: Só esperando acabar o ano e anunciar o Abel pro ano que vem, muitos ciclos de jogadores acabaram. Esperar 2014 e fazer um time todo novo.

>>>
Lulu.. JA É... gosto muito!


quinta-feira, 10 de outubro de 2013

Lista de planos




Planejar é ver o que você sonha em fazer na sua vida aqui e agora.
Você já parou para pensar no que gostaria de fazer, na escola, no trabalho, em sua vida pessoal? É claro que a vida é imprevisível e muitas vezes nos pega de surpresa e temos que mudar o plano.
Colocar no papel nossos planos de vida faz com que eles se tornem mais mais realistas e você acredite neles.
Importante escrever o que você quer, fazer uma lista. É simples: basta escrever todos os seus sonhos. Eles podem ser mudados depois mas escreva o que sente e quer agora!
Simples assim, como fez Kat...

Diário, hoje eu fiz uma LISTA DE PLANOS.
1- Cuidar do Apolo
2- Fazer exercício
3- Estudar mais matemática
4- Cuidar do meu corpo
5- Fazer mais amigas na escola
6- O Pedro morreu para mim, ele já era.
7- Ver o Lucas esse ano de 2005
8- Mostrar para aquelas metidas que eu sou capaz
9- Economizar dinheiro pra chegar a 1000 reais no banco.
10- Crescer bastante.

Saiba mais sobre a história da Kat no livro Pequeno Segredo: http://bit.ly/GC7gfN

.eu faria.


.
.
.
eu faria tudo de novo 
diferente, eu faria 
tudo 
novo
.
.
.

quarta-feira, 9 de outubro de 2013

.o mocito que se foi.


 

Uma ponte e dois mundos
Muitos chamam de liberdade
É superficial, mas dói profundo.
Sempre é cedo... não importa a idade.
 
O mocito que se foi
Deixa aqui o seu legado
Passo agora pros meus filhos
O que a mim já foi passado

Ah! Mocito
           Saudade imposta pela ausência
           Eu sei, é mais que natural.

Nos meus tempos de menino
No faz de contas da infância
Éramos fortes, éramos unidos.
Seus defeitos sem relevância

Agora em sonhos eu te encontro
Pra matar essa saudade
É superficial, mas dói profundo.
Sempre é cedo... não importa a idade.
 
Ah! Mocito
             Saudade imposta pela ausência
            Eu sei, é mais que natural.

segunda-feira, 7 de outubro de 2013

.resiliência.



"A peleja é longa e, no fim, é só você contra você mesmo."


Lembrei dessa frase hoje. Uma frase tão simples e ao mesmo tempo tão profunda. O post poderia terminar aqui. A frase em si já diz tudo. Mas aí eu lembrei de um texto que eu postei aqui em 2011 que traduz o significado dessa frase... e resolvi (re)postar.

Se eu tivesse que escolher apenas uma coisa para desejar para todo mundo... eu desejaria 'resiliência'. 
Resiliência é um conceito psicológico emprestado da Física, que se traduz na habilidade de lidar e superar as adversidades, transformando experiências negativas em aprendizado e oportunidade de mudança. Ou seja, “dar a volta por cima”.
Eu desejo que tudo dê certo na sua vida, mas se algo der errado, que você tenha forças o suficiente para continuar a caminhada de cabeça erguida sabendo que tudo é apenas uma fase.
Eu desejo que todos os seus sonhos se realizem, mas se, por ventura, algo não acontecer conforme o planejado, você consiga dar a volta por cima e refazer o trajeto atrás do mesmo objetivo.
Eu desejo que todas as pessoas reconheçam o seu valor, mas caso alguém aponte apenas os seus defeitos, você não esqueça das suas qualidades.
Eu desejo a você sucesso pessoal e profissional, mas caso haja uma mudança na rota, você tenha otimismo e um investimento contínuo de esperança e confiança de que é capaz de alcançar aquilo que almeja.

Em todos os dias da sua vida, eu desejo a você muita resiliência, porque no fim, é só você contra você mesmo! ;)

domingo, 6 de outubro de 2013

.a arte da procrastinação.

Significado de Procrastinar segundo o Aurélio: v.t. e v.i. Adiar, espaçar, delongar. / Usar de delongas.

Um mal do mundo contemporâneo é a procrastinação. Vilã das nossas vidas nos obriga a fazer daqui a pouco o que deveríamos fazer agora e depois nos faz virar noites pro trabalho ficar em dia.
No mundo de hoje temos uma quantidade excessiva de atividades, uma agenda cheia de compromissos e somos levados a tomar decisões imediatas. Todas essas informações, exigências, carências criaram uma sociedade sem direção que não tem prioridades e que adia suas maiores responsabilidades para cumprir seus papéis de estar bem no grupo.
Procrastinar é o verbo mais apropriado para a geração atual. Na verdade, sempre fomos procrastinadores, mas nunca estivemos como agora.

O mau hábito de deixar para amanhã o que tem que ser feito hoje pode nos levar a ter sentimento de culpa, desajuste, depressão e baixa autoestima. Pode causar ainda, preocupação, irritabilidade, sensação de fracasso, expectativa ruim, mal-estar e angústia. As consequências desse mau hábito podem ser danosas, como o insucesso profissional e a frustração na vida pessoal, por causa das perdas de oportunidades financeiras e afetivas.
      Embora a procrastinação possa ser vista como uma forma de preguiça, ela surge por razões variadas, incluindo: frustração, fuga de experiências negativas, falta de capacitação, medo de comentários e avaliações de terceiros, hostilidade à tarefa ou à pessoa que a solicitou, pessimismo, depressão, passividade ou acomodação, medo de rejeição, baixa tolerância às frustrações, sentimento de injustiça, sobrecarga de responsabilidade e pressão.
      O medo de enfrentar determinadas situações também pode fazer com que a pessoa adie tarefas ou decisões, às vezes decisivas para a vida dessas pessoas.
 O problema com a procrastinação é que ela se auto-alimenta. Quanto mais adiamos algo, mais resistentes ficamos. Até que adiar deixa de ser uma opção e somos obrigados a correr atrás do prejuízo.


>>>
Tudo isso para dizer que o Inter demorou para demitir o Dunga e agora tem que correr atrás para não ter o pior ano do século 21.

>>>
Eu sou tenho o mal hábito da procrastinação! Tenho que me livrar disso...

>>>
A DUPLA:
GRE: tudo bem no lado azul... preparar o time pra Libertadores em 2014.
NAL: esperar terminar o ano e ver se o Abel aceitar vir ainda em 2013.

>>>
Muito além dos Outdoors...

quinta-feira, 3 de outubro de 2013

O caminho de volta

Das poucas coisas significativas que li esse ano no Facebook.

O caminho de volta 



Já estou voltando. Só tenho 37 anos e já estou fazendo o caminho de volta. Até o ano passado eu ainda estava indo. Indo morar no apartamento mais alto do prédio mais alto do bairro mais nobre. Indo comprar o carro do ano, a bolsa de marca, a roupa da moda.

Claro que para isso, durante o caminho de ida, eu fazia hora extra, fazia serão, fazia dos fins de semana eternas segundas-feiras. Até que um dia, meu filho quase chamou a babá de mãe!

Mas, com quase quarenta, eu estava chegando lá. Onde mesmo? No que ninguém conseguiu responder, eu imaginei que quando chegasse lá ia ter uma placa com a palavra "fim". Antes dela, avistei a placa de "retorno" e nela mesmo dei meia volta.

Comprei uma casa no campo (maneira chique de falar, mas ela é no meio do mato mesmo). É longe que só a gota serena. Longe do prédio mais alto, do bairro mais chique, do carro mais novo, da hora extra, da babá quase mãe.

Agora tenho menos dinheiro e mais filho. Menos marca e mais tempo. E não é que meus pais (que quando eu morava no bairro nobre me visitaram quatro vezes em quatro anos), agora vêm pra cá todo fim de semana? E meu filho anda de bicicleta, eu rego as plantas e meu marido descobriu que gosta de cozinhar (principalmente quando os ingredientes vêm da horta que ele mesmo plantou).

Por aqui, quando chove, a Internet não chega. Fico torcendo que chova, porque é quando meu filho, espontaneamente (por falta do que fazer mesmo) abre um livro e, pasmem, lê. E no que alguém diz "a internet voltou!" já é tarde demais porque o livro já está melhor que o Facebook, o Twitter e o Orkut juntos.

Aqui se chama "aldeia" e tal qual uma aldeia indígena, vira e mexe eu faço a dança da chuva, o chá com a planta, a rede de cama. No São João, assamos milho na fogueira. Aos domingos, converso com os vizinhos. Nas segundas, vou trabalhar, contando as horas para voltar.

Aí eu me lembro da placa "retorno" e acho que nela deveria ter um subtítulo que diz assim: "retorno – última chance de você salvar sua vida!" Você provavelmente ainda está indo. Não é culpa sua. É culpa do comercial que disse: "Compre um e leve dois". Nós, da banda de cá, esperamos sua visita. Porque sim, mais dia menos dia, você também vai querer fazer o caminho de volta.

Téta Barbosa é jornalista, publicitária e mora no Recife.

quarta-feira, 2 de outubro de 2013

.prenda minha.

 
Sim, a vida é feita de escolhas... influenciadas pela nossa essência. Mas nem sempre o que escolhemos é o melhor pra gente.

(...)




domingo, 29 de setembro de 2013

. sobrenatural de almeida.



Não existe mágica no futebol e nem na vida. Existe trabalho.
Um dos motivos do Inter voltar a jogar em Caxias é porque acredita que Novo Hamburgo não deu sorte para o colorado.
Não tem essa coisa de sorte, o Inter não está bem por outros motivos. Não tem nada místico nessa história. Existem problemas de gestão e de treinamento do time e quem paga a conta é Novo Hamburgo.

Na vida é a mesma coisa, a gente fica esperando as coisas caírem do céu, esperando que coisas mágicas resolvam nossos problema e esquecemos de fazer a nossa parte, depois botamos a culpa no destino ou no azar.
Em vez de baixarmos a cabeça e focarmos num objetivo ficamos criando alternativas sobrenaturais e ilusórias para o nossa vida, seja no setor profissional ou no setor emocional.
Li na vida Simples do mês passado um matéria sobre a “alma gêmea”. Daí me dei conta, nós fizemos a pessoa ser a alma gêmea. Nosso trabalho diário de convivência é que faz acharmos a “alma gêmea”.
Preferimos acreditar em Karma, vidas passadas, energias similares, “opostos que se atraem” ... mas o que faz a gente encontrar o par certo somos nós mesmo.
Temos que assumir nossa vida sem esperar que o “Sobrenatural de Almeida” resolva todos os problemas, seja no futebol ou na vida!

>>>
Falei de superstição outro dia aqui...Mesa 9 no domingo, 21 de julho de 2013

>>>
A DUPLA:
GRE: 3 pontos na sacola jogando mal. Não sei o que acontece com o Renato e o Zé Roberto, só que o Grêmio está jogando pouco pra abrir mão do Zé. Copa do Brasil é o objetivo.
NAL: questão de tempo, o Dunga vai cair. 10 meses e o Inter não tem padrão de jogo, não tem um time titular. O chefe se perdeu e não sabe o que acontece.

>>>
Esse som pra minha "alma gêmea", Milena Lenz...




sábado, 28 de setembro de 2013

.amor confuso.




viviam um amor confuso
um amor, digamos assim, com fusos horários desajustados...

desajustados, 
os dois,
ele, distante
ela, senhora...

(des) conecte-se



Hoje acontece em Florianópolis um evento super legal, desses que eu já compartilhei uns videos aqui.
Pega a pipoca, o chimarrão e vem acompanhar ao vivo comigo http://www.tedxfloripa.com.br/2013

Sobre o TED
TED é uma organização sem fins lucrativos devotada a “Ideias Que Merecem Ser Espalhadas”. Surgiu em 1984 como uma conferência anual na Califórnia e já teve entre seus palestrantes Bill Clinton, Paul Simon, Bill Gates, Bono Vox, Al Gore, Michelle Obama e Philippe Starck. A Conferência TED anual acontece em Long Beach, Califórnia. Mais de 700 das palestras estão disponíveis gratuitamente no site TED.com e já foram acessadas por milhões de pessoas do mundo todo. A sigla TED significa Tecnologia, Entretenimento e Design. Os principais e primeiros campos criativos e de pesquisa que foram escolhidos para representar possíveis melhorias de futuro. Hoje a discussão cresceu para os mais diversos campos, como educação, ciências, negócios, artes e questões globais. O que está em jogo realmente é o poder de transformar e melhorar o futuro, não importando formações.

Sobre o TEDx
No espírito das ideias que merecem ser espalhadas, o TED criou o programa chamado TEDx. O TEDx é um programa de eventos locais, e organizados de forma independente, que reúne pessoas para dividir uma experiência ao estilo TED. Nos eventos TEDx, a combinação de palestras ao vivo, vídeos de TEDTalks e performances artísticas combinam para despertar conversas e conexões profundas. Os eventos TEDx são inteiramente planejados e coordenados de forma independente, baseados num espírito comunitário e sem fins lucrativos.

quarta-feira, 25 de setembro de 2013

.é... agora dance.

Deu. Chega. Prometo que não toco mais no assunto...


(...)



(...)

Você trabalha feito um burro de carga puxando um sistema podre que é bancado com o seu suor
E sexta-feira vai a igreja comungar com sua família a voz sagrada Jesus Cristo é o Senhor
Deixa parte do salário em retribuição a dádiva divina da palavra do pastor.
É melhor garantir um lugar no céu / Aqui nesse inferno tenta só sobreviver e o que salva é a cervejeira no fim de semana assistindo o jogo do seu time preferido na TV.
Segunda-feira o seu filho tá em casa porque a escola onde estuda não tem nem um professor.
E o professor esta na rua apanhando da policia tá cobrando seu salário do Governador. Enquanto isso numa casa confortável uma família abastada reunida assiste televisão e praguejando fala mal de quem esta na rua enfrentando e dando a cara pra lutar contra a situação!
Um fura fila que entrou na sua frente conseguiu ser atendido muito antes de você
E aquele cara que foi reclamar do caso chamaram de barraqueiro que não tinha o que fazer
A sogra dele há semanas na espera, vai pensando que já era, não consegue o leito em um hospital / E na favela aquela guerra continua traficante e policia no controle social!
QUEM É VOCÊ?

Tu fuma um Beck e é chamado de financiador por um senhor que toma uísque e bate na mulher
E nego enche a cara no fim de semana sai de carro dirigindo mata cinco e puxa o carro e sai de ré 
A gente gasta são 6 meses de salário dando tudo pro governo e não tem quase nada em troca
E o governo vai tomando e gastando a parte dele eles são o parafuso e você é a a porca
Já passou 500 anos dessa história e não mudou tanto assim desde a colonização
A diferença é que hoje o colonizador é aplaudido num programa de televisão
A gente acha que um dia como se por um milagre Deus no auge da bondade fosse interceder e enquanto esse diga não chega a gente vai aceitando e esperando alguma coisa acontecer

QUEM É VOCÊ?
O teu avô que trabalhou a vida inteira dia e noite noite e dia até se aposentar recebe agora uma miséria de salário fica 10 horas na fila esperando e não pode reclamar
Mas as crianças vão crescer e o futuro do Brasil por algum dia deverá ser bem melhor!
Só que o problema é que as crianças tão crescendo com seus pais longe de casa e mais ninguém a seu redor!
Eu não queria te dizer mas vou ter que falar tu é esperto mas tá sendo passado pra trás
Pode ser que quando tu percebas isso lá na frente já seja tarde demais
Agora dance! Agora dance / Mão na cabeça, mão no joelho / Fica de quatro, não pode parar / Agora dance / Dance / Mãozinha prum lado bundinha pro outro se finge de morto mas não pare de dançar!mas não pare de dançar!"
(...)
Há braços!

terça-feira, 24 de setembro de 2013

.em busca de novos significados.




Amar: verbo conjugado, jurado, sussurrado e suado. 
Assim, com todos esses particípios (e alguns precipícios)
participando da nossa vida - e da nossa cama.
Calma, que em todos os tempos, e em todos os modos,
a gente há de encontrar, com dois sujeitos, o nosso mais-que-perfeito.


Rafael Garcia de Oliveira
* Professor de Redação do Colégio João XXIII.

segunda-feira, 23 de setembro de 2013

.a vida é feita de escolhas.

Há uma nova campanha publicitária circulando na mídia que traz como reflexão que 'a vida é feita de escolhas'. Simples, direto e tão profundo. Quanta coisa embutida numa só frase! Quanta vida em cada escolha!

Lembrei de um post aqui do pub sobre esse assunto e que cabe para esse momento:

A cultura em que nascemos e que somos criados certamente influencia a nossa maneira de ver o mundo. No entanto, ela não é determinante daquilo que somos ou poderemos vir a ser. Sabe aquela história de que 'eu sou assim, porque esse foi o meio em que eu vivi'? Esqueça! Você é do jeito que é, porque você decidiu ser do jeito que é! Você chegou exatamente aonde você está, porque você decidiu seguir por esse caminho e não por outro!

Está na hora de pararmos de transferir a responsabilidade dos nossos atos para outras pessoas ou contextos. Está na hora de assumirmos nossas escolhas e refletirmos sobre os caminhos que decidimos trilhar. As pessoas fazem escolhas e isso é o fator determinante.

Se as circunstâncias formam os indivíduos, esses também criam as circunstâncias. As decisões que as pessoas tomam as conduzem a diferentes direções na vida. Seja qual for a direção seguida sempre será resultado das decisões.

Mude o caminho, se preferir usar outras rotas. Busque oportunidades. Crie oportunidades. Defina caminhos a serem trilhados. Mude tudo ou não mude nada. Mas, por favor, não esqueça: a vida que escolhemos ter é de nossa inteira responsabilidade. Nossa, só nossa!


domingo, 22 de setembro de 2013

.convicção x teimosia.


Segunda o Vicente não quis ir pra escola porque estava com “sono”, então foi deitar e ficou no quarto 1 hora e meia no escuro e acordado. Depois abriu a porta e disse: - Já dormi bastante!
Pra não dar o braço a torcer ficou lá... A teimosia está na genética dele e o bichinho com menos de 4 anos já demonstra isso.

Daí me lembrei...

A diferença entre convicção e teimosia é o resultado. Se a pessoa tranca o pé numa posição e dá certo, é convicta! Se dá errado, é teimosa!
Isso é o que acontece com os treinadores de futebol, o Felipão em 2002, se o Brasil perde a copa o treinador é teimoso porque não levou o Romário. Como ganhou, é convicto das suas escolhas.
Hoje o Dunga é teimoso, pois está perdendo e o Renato era mais convicto do que é agora.
O resultado determina o que é certo ou errado no futebol, na vida infelizmente também é assim, pois estamos muito preocupados com a opinião dos outros. Ou ficamos muito preocupados com as conquistas e derrotas dos outros. Como escrevi aqui semana passada, “a vida não é um jogo”. Os nossos resultados somos nós que decidimos, temos que ter convicção sobre as nossas coisas.

>>>

A DUPLA:
GRE: acho que desistiu do Brasileirão e vai focar na Copa do Brasil, tomara! Já tivemos melhor.
NAL: A impressão que desistiu de 2013. Não tem casa então o que acontecer acontece. Acho que não sabem o que acontece, nem a direção, nem o treinador, nem os jogadores. Vamos ver se o Dunga aguenta a pressão! Será que ele passa a semana?

>>>

O Rappa,

"... meu jogo de cintura se manifestou de outro jeito..."

sábado, 21 de setembro de 2013

.insônia.

insônia até que é uma “coisa” que muito pouco habitou o meu mundo
quase não me lembro de ter passado noites insones
acho que sou o que, popularmente se chama, um cara bom de cama, deito e durmo, na hora...


mas tem uma canção que, desde que a ouvi pela primeira vez, meio que faz parte de mim

escuto, volta e meia escuto de novo, escuto, escuto, escuto...

canto, canto quando to sozinho em casa (é uma das poucas que consigo, mais ou menos, tocar no violão)... canto quando to na noite, feliz, tocando violão e cantando (não nos palcos, quanto to “trabalhando” com música)

canto quando passo noites acordado, não insone, mas feliz, em meio à música...


é uma canção do Kleiton Ramil, gravada no primeiro LP (sim, LP...) da dupla Kleiton e Kledir

daquelas faixas que ficam perdidas nos discos, que não se tornam sucesso (eu até diria, daquelas que só mesmo ouvidos não óbvios conseguem alcançar, sei lá...)


já me peguei perguntando porque, afinal, eu, que não sou um cara insone, gosto tanto desta música (só pode ser pelo último verso, tenho certeza...)


bom, eu a deixo aqui
pra vocês
pras suas noites insones
ou pras suas lembranças do que passou...


quinta-feira, 19 de setembro de 2013

.o que você vê no horizonte? eu vejo mudanças.


Muito já se falou aqui pelo Vezenquando sobre mudanças, busca de sonhos, iniciativa, etc. Isso é muito bom e realmente existem momentos em que precisamos sair da zona de conforto... arriscar um pouquinho pra ver o que acontece.

Acredito em tudo isso. Mas também acredito no poder de acomodação do ser humano. Percebo que as pessoas se acostumam com a rotina e se acomodam.. mesmo que ela não seja 100% satisfatória.
Confesso: sempre fui assim. Sou daqueles que ficam vários anos no mesmo emprego, na mesma moradia, com a mesma esposa (hehehe), com os mesmos amigos, etc.

Este ano tive uma perda muito grande, que abalou minhas estruturas. Fui obrigado a fazer mudanças.
Mas agora que a poeira começa a baixar.. que as coisas estão se resolvendo, se acomodando.. estou pensando seriamente em fazer mais mudanças. Desta vez escolhidas por mim, não impostas por terceiros ou por situações externas. Será que vai dar certo? Não sei, mas tô afim de arriscar.

Daí essa semana, pra completar o clima, vejo o vídeo abaixo:


(Para quem não conhece, a Ikea é uma loja de móveis que sempre produz campanhas bem bacanas.)

quarta-feira, 18 de setembro de 2013

O dia em que tirei a roupa de mulher-maravilha e coloquei no varal

Saudações meus queridos!
Hoje eu quero falar sobre o fabuloso universo da Marvel.
Quem nunca se colocou nas aventuras criadas para os personagens do Super-Homem, Mulher-Maravilha, Homem-Aranha, Mulher-Gata entre tantos outros?
Não sei que tipo de associação fazemos para  sentenciar ser possível adquirirmos suas identidades na vida real. Sim, porque às vezes, para não dizer DIARIAMENTE, fazemos coisas que até Batman duvidaria ser possível.
Puxando a brasa para o meu gênero, por exemplo, ser boa mãe, excelente profissional, dedicada educadora sempre em busca de mais conhecimento, sedutora esposa e ágil dona de casa requer muitos poderes!
E não é que chegou o dia em que coloquei meu uniforme de Mulher-Maravilha para lavar, estendi no varal e me vi sem meus super poderes! PARA TUDO. Eu sou uma simples mortal. Como assim?
É, não é fácil se sentir frágil. E para deixar essa mesa mais leve, vou rir um pouco do meu momento.
Sabem o que descobri?
Que ELES,os super-heróis, também fazem coisas comuns. Exatamente como nós, simples mortais.

.quando se aprende a amar, o mundo passa a ser seu.


“Então me diga que nunca imaginou/A gente ser feliz num dia de amor”

(...)
DA PORTEIRA PRA DENTRO

Meu coração a galope mais rápido que o pensamento
Quando penso no meu amor que deixei a poucos momentos
Que ficou quando parti, deixei da porteira pra dentro.

Não quero falar de tristeza, nem tão pouco de partida.
Pois é da porteira pra dentro que começa a minha vida
Pois é da porteira pra dentro que começa a minha vida

A porteira é o meu coração e dentro só tem você
Que se abre de alegria no momento em que te vê.
Que se abre de alegria no momento em que te vê.





Da Porteira Pra Dentro... música do meu irmão, Cesar Santos e letra da minha mãe, Olga.

A minha mãe tem uma facilidade incrível para escrever seus versos. O Cesar, por sua vez, herdou o talento musical. Queria ter 1/3 do talento nato de cada um deles... Cabe a mim me contentar com meus rabiscos...

 
(...)

                                                            Todas as vezes que eu olho nos teus olhos
                                                            Todas as vezes que eu lembro o teu sorriso
                                                            Todas as vezes que eu te vejo, eu desejo...
                                                            Não acordar mais... não acordar mais.

                                                            Todas as vezes que acordo está comigo
                                                            Todas as vezes que imagino o teu rosto
                                                            Todas as vezes que te beijo, eu desejo...
                                                            Não acordar mais... não acordar mais.

                                                            Todas as vezes que eu tento e não consigo
                                                            Todas as vezes que me responde em silêncio
                                                            Todas as vezes que te escrevo, eu desejo...
                                                            Não acordar mais... não acordar mais.
                                                                                                                                                               (Marcus de Carvalho)
 
(...)
 
"O inverno querendo se despedir e eu que já havia dado tchau."
 
 
 
Há braços!

segunda-feira, 16 de setembro de 2013

.fluir.

Semana iniciando oficialmente hoje e eu resolvi dividir com vocês a dica de um livro (já que me pediram e eu adooorooo). :-)

Esse livro eu li há uns dois anos, tem como título Fluir (flow): Una Psicologia de La Felicidad, escrito por Mihaly Csikszentmihalyi.

Como já disse aqui, em alguns momentos, a maioria das pessoas diz que a relação que temos que ter com os livros é de desapego, é de ler e passar o livro adiante, para outros aproveitarem a leitura. Mas eu fujo à regra, eu sou, então, a exceção. Os meus livros são tesouros para mim. Eu dificilmente os empresto! Sempre os revisito, os releio.

Mas com o Fluir foi diferente...

Certa vez, uma pessoa muito especial me pediu uma dica de leitura para uma situação específica e indiquei esse livro. Pela primeira vez senti vontade de não só emprestar, mas dar o livro de presente. E ele se foi! Foi para um lugar onde seria apreciado e guardado com muito carinho, eu acredito. Foi com todo o meu desapego e com o meu carinho em poder proporcionar uma leitura muito especial a quem eu tanto admirava.

Foi, mas deixou este entendimento:

A todo momento é necessário refletirmos a respeito da fragmentação que vivemos em todas as esferas da vida humana. Estamos, cada vez mais indefesos, inseguros e isolados uns dos outros e, principalmente, isolados de nós mesmos. Nossa visão materialista da vida nos estimula a nos centrarmos em bens materiais e esquecermos, cada vez mais, do nosso 'eu'.

Vivemos uma rotina diária exaustiva. Agimos sem refletir sobre nossas ações. Não dá tempo para refletir! Corremos contra o relógio. Estamos perdendo a oportunidade de dar significado ao que vivemos, de encontrar recompensas aos acontecimentos de cada momento, de cada experiência.

O livro aborda que as pessoas que sabem controlar a sua experiência interna são capazes de determinar a qualidade de suas vidas. A felicidade não é determinada pela aquisição de bens materiais, é uma condição vital que cada pessoa deve preparar, cultivar e defender individualmente.

Fica a dica! Boa semana! ;-)

domingo, 15 de setembro de 2013

.a vida não é um jogo.


Jogo é jogo,
o esportista tem que ganhar dos adversários não importando se é melhor ou não, apenas a vitória importa.
Vida é vida,
temos que fazer o melhor sem importar se é mais ou menos do que as outras pessoas.
Essa é a sutileza...

Se a gente encarar a vida como um jogo, vamos competir pela vitória sem entender o que é bom ou ruim, sem saber o que é realmente importante, pelo menos pra mim.
Sou contra a competição nas coisas da vida, competição é para as quatro linhas, creio que o mundo competitivo é ruim para as pessoas.
Comparações são daninhas para auto-estima, competir com os amigos e amigas, companheiros e companheiras não acrescenta nada na vida de ninguém.
Temos que ter nossa ambição e nosso sentido de fazer o melhor sem se preocupar com as opiniões nem com as conquistas ou derrotas dos outros.
É a mesma coisa que fazer algo errado só porque todo mundo faz.
Então, competimos nos esportes e fazemos o melhor na vida.

O que os outros pensam ou fazem realmente não importa.

>>>
A DUPLA:
GRE: o Grêmio, eu acho que saiu da disputa do título, se é que esteve em algum momento. A Copa do Brasil pode ser uma boa saída para salvar o ano.
NAL: O Dunga está refém dos resultados, ou faz uma série de bons resultados ou será demitido. A Copa do Brasil também é uma boa alternativa para salvar o trabalho do Dunga.

>>>
Mestre Djavan sempre me diz tudo...

"Não vá levar tudo tão a sério
Sentindo que dá, deixa correr
Se souber confiar no seu critério
Nada a temer
Não vá levar tudo tão na boa
Brigue para obter o melhor
Se errar por amor Deus abençoa
Seja você..." 


.antes que seja tarde.

Então, aqui estou...

Esta postagem dá início a um novo momento da minha vida. Um novo lado meu.  Hoje, agora, nestas linhas, neste lugar, a minha estreia como colunista de um blog.  De leitor a colunista, do nosso vezenquandopub.

Pensei, pensei, pensei... Pensei em como fazer um texto de apresentação.
Quer saber, não consegui.
O rumo das minhas publicações é que vai dizer a vocês um pouco do que sou, do que fui, do que estou (ainda) a caminho de ser...

Por enquanto, eu começo, digamos assim, cantando...
E, acreditem, a canção que escolhi não foi por acaso.
Haveria muitas. Foi essa.
A letra me diz muito, muito mesmo.

É de autoria do poeta Sergio Napp e foi musicada por Mário Barbará. Está num CD, intitulado “Vivências”. O arranjo que vocês ouvirão aqui é de um cara fundamental na música popular brasileira, de quem tenho muita saudade, de quem tenho muito orgulho em ter sido amigo e irmão de arte pelos palcos da vida, Geraldo Flach. Na percussão, o também irmão de arte, Fernando do Ó.

Deixo-vos a minha voz.
Deixo-vos um pouco de mim.
Deixo-vos abraços e beijos.

Eu estarei aqui, vezenquando...


quarta-feira, 11 de setembro de 2013

.planos & improvisos.

 
Engraçado, nas últimas conversas das mesas 1 e 9 falamos sobre tempo... refleti...tenho sentido falta desse cara. A mesa 3, na minha cabeça, está sempre posta. Tenho todos os textos prontos... só faltam ser escritos.

(...)
 
Passo a metade da vida fazendo planos e a outra metade improvisando. Às vezes o improviso não sai conforme o planejado, às vezes o que foi planejado, não permite improviso.
 
Adianta fazer planos? A vida não seria melhor se improvisássemos a todo instante?
 
Planejar toma tempo, executar um plano toma tempo, atingir o objetivo “custa” tempo. Tudo bem, eu sei, eu sei... citando Fernando Pessoa: “Planejar” é preciso, viver não é preciso.
 
Há braços!

 

segunda-feira, 9 de setembro de 2013

.próprio tempo.



A dica da semana é pensar sobre o próprio tempo, ouvindo a música “Oração ao Tempo” do Caetano Veloso.

Certamente cada qual com sua história pensará em coisas diferentes, mas, todos com a mesma intenção: refletir sobre o que /fizemos/fazemos/faremos com o nosso próprio tempo.



Quantos pedidos fazemos ao tempo? 
Quantos caminhos percorridos com o tempo? 
Por ser contínuo, por vezes infinito, o tempo é subjetivo 
ao passo de ser implacável em qualquer situação.



[...]
Vou te fazer um pedido
Compositor de destinos
Entro num acordo contigo
Por seres tão inventivo
E pareceres contínuo
Ouve bem o que te digo
Peço-te o prazer legítimo
E o movimento preciso
Quando o tempo for propício
De modo que o meu espírito
Ganhe um brilho definido
E eu espalhe benefícios
[...]






domingo, 8 de setembro de 2013

.fazer o que gosta ou gostar do que faz.


Tenho tido dificuldades com o tempo por causa do meu trabalho. Mas meu trabalho é exatamente em que eu quis trabalhar. Desde que larguei um emprego normal que me pagava bem, lutei pra fazer o que eu faço. Trabalhar com música e áudio é o que eu gosto, mas perder noites, feriados e fim de semana eu não gosto.


>>>
Jogadores de futebol ganham milhares de reais pra jogar bola, teoricamente o que gostam. Mas a vida útil de um boleiro é em média de 15 anos e nesses 15 anos não existe mundo fora das quatro linhas.

>>>
Transformar o hobby em ofício é prazeroso, mas pode não ser satisfatório. Fazer música pra dar vazão às coisas que eu penso é uma coisa, ser pressionado a criar uma melodia em 1 dias é diferente.
Jogar bola no fim de semana com os amigos é bacana, ter que entrar em campo pra jogar contra o Salgueiro/PE é outra...

>>>
Acho que devemos gostar do que fazemos, seja o que for. 
O ganha pão tem que ser justo, não dá pra sentir que somos explorados, só que quando a gente faz o que gosta somos inevitavelmente explorados, pois não é trabalho é diversão.

>>>
Primeiro turno do Brasileirão terminou, acho que está entre Cruzeiro, Corinthians, Atletico/PR e Grêmio.

>>>
A DUPLA:
GRE: Renato tem um time que deve melhorar, estamos muito bem.

NAL: O Dunga deu o braço a torcer, mudou o time e melhorou. Até quando ninguém sabe.

>>>
Paralamas eu gosto: