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segunda-feira, 25 de novembro de 2013

.felicidade.

Umas farão de uma forma; outras, de forma inteiramente diferente. Não há uma regra que sirva para todas. Não há uma forma única de amar ou de ser feliz. Cada um de nós precisa de um tipo de resposta emocional e de parceria. Ela será encontrada em pessoas e situações diferentes. É simples.

É claro que existem comportamentos gerais, mas quem se interessa por eles? Não vivemos no interior de uma estatística. Cada um de nós habita a própria vida, convive com os próprios desejos, um dia de cada vez. A gente faz o que pode, nas circunstâncias que nos são oferecidas, com mais ou menos coragem e discernimento. Deixem aos sociólogos, em 100 anos, o trabalho de quantificar nosso comportamento. Até lá estaremos mortos, mas talvez tenhamos sido felizes.

|| Ivan Martins, na Época, repetindo que felicidade é um conceito variável. Cada um habita a própria vida, convive com os próprios desejos. ||

quarta-feira, 13 de novembro de 2013

.é melhor queimar do que se apagar aos poucos.

Mais uma vez, mais um ano de vida... 38 verões...
A vida da gente acaba se resumindo em números. Não bastasse ter que se lembrar de CPF, RG, PIS, SENHAS agora tenho que estar me lembrando de que já se foram 38 anos de vida. Espero no mínimo por mais 58.
PQP, aí começa em crise fazendo contas... quantos anos ainda restam tendo por base os 58 a mais desejado?
Se os meus primeiros 38 anos passaram num piscar de olhos, os próximos 38 anos levariam o mesmo tempo? Sim eu sei, é lógico que levará o mesmo tempo, mas serão vividos em apenas mais um piscar?
O jeito é colocar palito de dentes nos olhos para que não pisquem mais. Estou salvo. Não morro mais.
Se a vida fosse medida por piscadas de olhos quantos anos eu teria? Quanto tempo me restaria? Putz, outro baita motivo para começar uma crise existencial.
 
(...)
 
O que mais me agrada em “fazer anos” é que a data do meu nascimento é véspera de feriado... 14/11. Sempre tenho o dia seguinte para pensar nas bobagens que disse no dia anterior.
 
(...)
 
Bueno, mudando completamente de assunto, não comentei diretamente a despedida do meu compadre Julio Neto na mesa 9... quero agradecer pelo empenho, desempenho e confiança. O Julio é um cara que faz o que gosta, por isso faz bem feito.
 
Eu como um dos, se não o maior desentendido futebolístico, me baseava nos textos dominicais para ter um bom desempenho na discussão da segunda com os boleiros de plantão.
 
Fechou o clico. Toda história precisa terminar para começar uma outra.
 
Muchas gracias compañero!
 
(...)
 
Há braços


domingo, 10 de novembro de 2013

.hasta la vista.


Hoje é meu último post aqui no blog, contei 51 postagens em um ano, acho que foi um bom trabalho e fiz o que foi combinado. Sou assim, não gosto de não cumprir o que eu digo e por isso deixo esse compromisso dominical por medo de não conseguir cumprir meu compromisso.

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Foi bacana depois olhem todas as postagens da mesa 9, tem coisas legais e outras nem tanto. Tem do futebol e da vida e como tudo está interligado.
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Obrigado ao VEZENQUANDOPUB que deixou eu colocar minhas idéias e ao meu Compadre Feio da mesa 3 que me convidou.
Tomara que as outras mesas postem para e mantenham ativo o blog.
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DA DUPLA GRENAL, tudo igual... os dois morrem abraçados e a diversão é qual tem a morte mais sofrida.
Ano que vem muitas coisas devem mudar para que o Rio Grande do Sul chegue ao patamar futebolístico de Minas Gerais.
Por isso posto de novo meu MANIFESTO ANTI-GRENALIZAÇÃO escrito em 18 de novembro de 2012... VALEUUU ABRAÇOS!!
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.manifesto anti-grenalização.
“A lógica gaúcha: eu perdi mas ele não ganhou, então está tudo bem! Este pensamento infelizmente atrasa nosso estado”  Li isso no FB do meu amigo Thyago Borges, e caiu como uma luva pra esse momento, desde quinta a gente vê isso, o Grêmio saiu da Sula e os colorados saíram do túmulo, tudo bem faz parte da corneta, mas esquecer tudo que deu errado com a folha mais cara do futebol nacional, mas o Grêmio perdeu? Ufaaa, podemos seguir errando, mais vale a derrota do adversário do que a nossa vitória, por que isso? E isso sim atrasa nosso estado, quando não temos com quem brigar, brigamos conosco mesmo, observamos os chimangos e maragatos, nativismo e tradicionalismo, gre-nal, e tudo aqui no RS é assim, não temos que ser melhor que nosso opositor, ele tem que ser pior do que nós, assim nos nivelamos por baixo e não vamos pra lugar nenhum.
E essa situação futebolística se espalha pra todos os setores da sociedade, profissional e pessoal,  no trabalho a competição é puxar o tapete ao invés de ser mais competente. No âmbito pessoal é indicar os defeitos das pessoas, ao invés de tentar melhorar nossas coisas. As pessoas lutam pra manter a situação e não para melhorar, esse efeito nefasto da grenalização é o que nos atrasa, quem sai ou convive  com não-gaúchos nota que o mundo esta andando e nós estamos estagnados, economicamente, socialmente e intelectualmente.
Então sejamos melhores que os outros, que o Fluminense, São Paulo, Boca Juniors, Real Madri... e não simplesmente se alimentar com a tragédia do co-ermão, há um mundo muito maior depois do Mampituba.

domingo, 3 de novembro de 2013

.dr destino.


Depois de muito pensar, termino minha trilogia de pensamentos sobrenaturais.
Primeiro foi superstição, segundo foi a magia e agora o destino.
...
Estou tendo dificuldade para acreditar no destino. 
Difícil crer que as coisas estão pré-determinadas para acontecer nas nossas vidas.
Difícil acreditar que as coisas acontecem a margem do nosso querer e que existe uma entidade que decidiu o que seremos e o que teremos....
Acredito mais no efeito borboleta (clica aqui)
Acho que tudo que acontece e o que não acontece é culpa ou mérito exclusivamente nosso. O caminho que trilhamos é nossa escolha, as pessoas que nos relacionamos são escolhidas por nós.
O destino é uma instituição criada para tirar a culpa das nossas costas e para aceitar a frieza das estatísticas. Afinal crer que existe um poder que determina as coisas é bem mais confortável pra encarar o mundo.
Pra mim a vida é feita apenas de decisões, consequências e estatísticas.
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Tudo para dizer que o Grêmio pode não passar na Copa do Brasil e isso tem um culpado, não é o destino. Nada de dizer “não era pra ser..” ou “deus queria assim..”.

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A DUPLA:
GRE: tem muito pra fazer pro ano que vem, joga o ano na quarta-feira depende dos nossos jogadores e do nosso técnico.
NAL: um melancólico fim de ano e uma interrogação para o início de 2014, deve fazer uma faxina no grupo de jogadores, será que faz?

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"Dr Destino é phoda sem camisinha...".Da Guedes