Mesas

Mesa 1
Carla
Mesa 3
Marcus
Mesa 8
Cris
Mesa 10
Victor Hugo
Mesa 11
Amanda
Mesa 12
Juliana
Mesa 14
Karina

quarta-feira, 20 de maio de 2015

.sinta.

Entre tudo isso que sinto
Três sentimentos tomam conta de mim
Amor, amor e amor
 
(...)
 
Explicar sentimento não é uma das tarefas mais difíceis, desde que não seja o meu. Conseguir compreende-lo por inteiro é para poucos. Conheço quem afirme saber o que sente. E eu acredito. Mas viver este sentimento, deixar ele agir por dentro, de verdade... só para os fortes.
 
“A vida da gente anda tão corrida que já não se tem tempo para as tolices sentimentais. ” Escutei isso numa conversa entre duas mulheres que caminhavam á minha frente enquanto eu voltava para o hotel.
 
Tolices sentimentais. Sei lá, talvez eu tenha escutado errado, peguei o bonde andando... mas refleti sobre o tema durante a caminhada.
 
Como explicar a coragem sem conhecer o medo
Como explicar a felicidade sem conhecer a tristeza
Como explicar o prazer sem conhecer a dor
Como explicar a raiva sem sentir...
 
Precisamos permitir o sentimento: viver o luto, chorar a tristeza, gritar a raiva... viver o amor

 

(...)
 
Em algum lugar do tempo perdemos a fé?
Nas manhãs cinzas do outono porto alegrense?
¿En las calles cobiertas de hojas muertas?
Ou no medo de descobrir o que se sente?
 
(...)
 
Há braços!

terça-feira, 12 de maio de 2015

.clube da esquila & erva buena.


Agenda cultural de Uruguaiana para o Mundo!



Quando: 14 de maio de 2015, 22hs
Onde: Boteco Tchê
(Rua José do Patrocínio, 885 - Porto Alegre)
&

ERVA BUENA


Quando: 20 de maio de 2015, 22hs
Onde: Bar do Marinho
(Rua Sarmento Leite, 962 - Porto Alegre)

sexta-feira, 1 de maio de 2015

O que é FILOSOFIA?

"..Ora, certa vez indo a Delfos, (Querofonte) arriscou esta consulta ao oráculo-repito, senhores:
Não vos amotineis - ele perguntou se havia alguém mais sábio que eu: Respondeu a Pitía que não havia ninguém mais sábio. Para testemunhar isso, tendes aí o irmão dele, porque ele já morreu.."

   Examinai por que vos conto eu esse fato; é para explicar a procedência da calúnia. Quando soube daquela oráculo, pus-me a refletir assim: "Que quererá dizer o Deus? Que sentido oculto pôs na resposta? Eu cá não tenho consciência de ser nem muito sábio nem pouco; que quererá ele, então, significar declarando-me mais sábio? Naturalmente, não está mentindo, porque isto lhe é impossível."
   Por longo tempo, fiquei nessa incerteza sobre o sentido; por fim, muito contra meu gosto, decidi-me por uma investigação, que passo a expor. Fui ter com um dos que passam por sábio, porquanto, se havia lugar, era ali que, para rebater o oráculo, mostraria ao Deus; "Eis que um mais sábio que eu, quando tu disseste que eu o era!". Submeti a exame essa pessoa - é escusado dizer o seu nome; era um dos políticos. Eis, Atenienses, a impressão que me ficou do exame e da conversa que tive com ele; achei que ele passava por sábio aos olhos de muita gente, principalmente aos seus próprios, mas não o era. Meti-me, então, a explicar-lhe que suponha ser sábio, mas não o era. A consequência foi tornar-me odiado dele e de muitos dos circunstantes.
   Ao retirar-me, ia concluindo de mim para contigo: "Mais sábio do que esse homem eu sou, é bem provável que nenhum de nós saiba nada de bom, mas ele supõe saber alguma coisa e não sabe, enquanto eu, se não sei, tampouco suponho saber. Parece que sou um nadinha mais sábio que ele exatamente em não supor que saiba o que não sei." Daí fui ter com outro, um dos que passam por ainda mais sábios e tive a mesmíssima impressão; também ali me tornei odiado dele e de muitos outros. Depois disso, não parei, embora sentisse, com mágoa e apreensões, que me ia tomando odiado; não obstante, parecia-me imperioso dar a máxima importância ao serviço do Deus. Cumpria-me, portanto, para averiguar o sentido do oráculo, ir ter com todos os que passavam por senhores de algum lugar saber. {...}
   Além disso, os moços que espontaneamente me companham - e são os que dispõem de mais tempo, os das famílias mais ricas - sentem prazer em ouvir o exame dos homens; eles próprios imitam-me muitas vezes; nessas ocasiões, metem-se a interrogar os outros; suponho que descobrem uma multidão de pessoas que supõem saber alguma coisa, mas pouco sabem, quiça nada. Em consequência, os que eles examinam se exasperam contra mim e não contra si mesmos e propalam que existe um tal Sócrates, um grande miserável, que corrompe a mocidade.

(PLATÃO. "Defesa de Sócrates". In Diálogos, 3 ed. São Paulo, Cutrix. Apud ARANHA, Maria Lúcia de Arrúda; MARTINS, Maria Helena Pires. Filosofando. 3ª. Ed. São Paulo: Moderna, 2003. Pp. 91-92.)


Quem foi Sócrates?
Foi o primeiro dos três grandes filósofos gregos que estabeleceram as bases do pensamento ocidental.

"Apesar de cursar faculdade de Licenciatura em Matemática, tive um grande apreso por ter em meu primeiro semestre a cadeira de FILOSOFIA, com a professora Fernanda Noronha Rosado. Onde cativei-me por esse pequeno texto em uma de suas aulas."


quarta-feira, 29 de abril de 2015

.só coisa boa.

Em Uruguaiana, estudei do pré até a 5ª série no Instituto Laura Vicuña. A diretora Irmã Leonida costumava dizer que o chiclete era feito da baba da vaca.

Putz, baba de vaca? Nooooosa, que nooooojo!

Como será que os caras fazem? Será que eles aproveitam a hora da ordenha? 
Um sugador na teta e outra na língua...

(...)

Ontem, depois do almoço, comprei um Trident e lembrei essa história... Mas com tanta tecnologia e outros subprodutos naturais já devem ter mudado a maneira de fabricar o bom e velho chiclé sem precisar ordenhar a língua da vaca, coitada. 

(...)

Mudar. Evoluir. Crescer. Prosperar.


O VezenquandoPub começou esta semana um novo ciclo, ampliamos o ambiente e adicionamos três novas mesas. É só entrar, sentar e bater aquele papo: mesa 11 – Amanda Prates; Mesa 12 – Juliana Dias; Mesa 14 – Karina Braccini

Continuam conosco: mesa 1 – Carla Netto; Mesa 3 – Marcus de Carvalho(feio); Mesa 8 - Cristina Mello; Mesa 10 – Victor Hugo (integrante ilustre e VIP).

É isso. Novas mesas, novos pensamentos, novos textos, mesma certeza de que  as amizades ultrapassam fronteiras e tudo acaba numa mesa de bar.

(...)

Há braços!


O silencio da imagem refletida no espelho às vezes não soa muito bem

segunda-feira, 27 de abril de 2015

.o melhor de mim.



"Não é nas estrelas que devemos confiar nosso destino,
mas em nós mesmos."



"Tudo que acontece,
acontece por uma razão."


sexta-feira, 24 de abril de 2015

Eu acredito..


.É preciso ir embora.


É preciso ir embora



Ir embora é importante para que você entenda que você não é tão importante assim, que a vida segue, com ou sem você por perto. 

Pessoas nascem, morrem, casam, separam e resolvem os problemas que antes você acreditava só você resolver. 

É chocante e libertador – ninguém precisa de você pra seguir vivendo. Nem sua mãe, nem seu pai, nem seu ex-patrão, nem sua pegada, nem ninguém. Parece besteira, mas a maioria de nós tem uma noção bem distorcida da importância do próprio umbigo – novidade para quem sofre desse mal: ninguém é insubstituível ou imprescindível. Lide com isso.


É preciso ir embora.


Ir embora é importante para que você veja que você é muito importante sim! Seja por 2 minutos, seja por 2 anos, quem sente sua falta não sente menos ou mais porque você foi embora – apenas sente por mais tempo! O sentimento não muda. Algumas pessoas nunca vão esquecer do seu aniversário, você estando aqui ou na Austrália. Esse papo de “que saudades de você, vamos nos ver uma hora” é politicagem. Quem sente sua falta vai sempre sentir e agir. E não se preocupe, pois o filtro é natural. Vai ter sempre aquele seleto e especial grupo que vai terminar a frase “Que saudade de você…” com “por isso tô te mandando esse áudio”; ou “porque tá tocando a nossa música” ou “então comprei uma passagem” ou ainda “desce agora que tô passando aí”.


Então vá embora. Vá embora do trabalho que te atormenta. Daquela relação que você sabe não vai dar certo. Vá embora “da galera” que está presente quando convém. Vá embora da casa dos teus pais. Do teu país. Da sala. Vá embora. Por minutos, por anos ou pra vida. Se ausente, nem que seja pra encontrar com você mesmo. Quanto voltar – e se voltar – vai ver as coisas de outra perspectiva, lá de cima do avião.


As desculpas e pré-ocupações sempre vão existir. Basta você decidir encarar as mesmas como elas realmente são – do tamanho de formigas.


Este saiu daqui, #antonianodiva